Ativo, diligente, laborioso. Esta é a descrição do dicionário para um empreendedor. A característica está em alta entre as empresas, hoje em dia. Todas buscam funcionários com tal perfil. No entanto, encontrei duas verdadeiras empreendedoras na quina da calçada.
Vera Lúcia dos Santos viu a oportunidade de aumentar sua renda trabalhando por conta própria em frente a um banco, em Madureira. A técnica de enfermagem escolheu a Rua Carvalho de Souza, uma das mais movimentadas do bairro, para estabelecer seu local de atendimento. Ela tira pressão arterial e mede a taxa de glicose dos transeuntes, cobrando valores simbólicos. “O cliente só dá se tiver. Se não tiver nada, faço de graça. Não posso negar ajuda”, garante Vera.
A banquinha, formada de uma mesa com toalha branca, duas cadeiras de ferro e um guarda-sol, atrai os clientes. Muito calma, a autônoma descreveu os materiais usados nas mini-consultas. São agulhas descartáveis, tiras de glicose, um aparelho de pressão, algodão e álcool. Ela conversa com os pacientes, explicando tranqüilamente o procedimento necessário, quando alguma alteração é vista nos testes.
Dona Regina de Sousa, de 59 anos, passava por ali, quando resolveu experimentar o breve check-up. Descobriu ter a pressão normal, 12 por 8. Saiu do local levando um pequeno papel, onde constavam informações necessárias para o controle pessoal: Data, hora, pressão arterial, pulso e glicose. Por fim, constatou de forma concisa suas impressões sobre o atendimento: “Gostei”.
Pouco mais a frente, na Estrada do Portela, outra banquinha de enfermagem. O atendimento segue o padrão de higiene e preço da anterior, mas os aparelhos de Maria de Lourdes Lopes são mais sofisticados. Apesar de as empreendedoras se conhecerem, esta não foi uma inciativa conjunta entre elas. Ambas atendem em frente a uma agência bancária.
Questionada se a escolha teria a ver com a movimentação ou algum outro tipo de estratégia, é objetiva:
- A liberação dos donos da agência para que eu pudesse ocupar esse local foi o fator determinante. O ideal seria atender na porta das farmácias, mas é proibido. Aqui fora, na rua, fico preocupada com os equipamentos expostos ao vento e chuva. Meu objetivo é conseguir uma parceria com o Madureira Shopping para montar um stand lá dentro - confessa Lourdes, esperançosa.
Públicos de todas as idades vão até os pontos de rua para fazer os testes. O resultado sai na hora.
A banquinha, formada de uma mesa com toalha branca, duas cadeiras de ferro e um guarda-sol, atrai os clientes. Muito calma, a autônoma descreveu os materiais usados nas mini-consultas. São agulhas descartáveis, tiras de glicose, um aparelho de pressão, algodão e álcool. Ela conversa com os pacientes, explicando tranqüilamente o procedimento necessário, quando alguma alteração é vista nos testes.
Pouco mais a frente, na Estrada do Portela, outra banquinha de enfermagem. O atendimento segue o padrão de higiene e preço da anterior, mas os aparelhos de Maria de Lourdes Lopes são mais sofisticados. Apesar de as empreendedoras se conhecerem, esta não foi uma inciativa conjunta entre elas. Ambas atendem em frente a uma agência bancária.
- A liberação dos donos da agência para que eu pudesse ocupar esse local foi o fator determinante. O ideal seria atender na porta das farmácias, mas é proibido. Aqui fora, na rua, fico preocupada com os equipamentos expostos ao vento e chuva. Meu objetivo é conseguir uma parceria com o Madureira Shopping para montar um stand lá dentro - confessa Lourdes, esperançosa.
Públicos de todas as idades vão até os pontos de rua para fazer os testes. O resultado sai na hora.
Lourdes tenta parceria com o shopping

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